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TRATAMENTOS PARA COURO CABELUDO

O tratamento do couro cabeludo e da haste capilar é realizado por meio de um protocolo personalizado, adaptado às necessidades específicas de cada perfil.

ALOPECIA ANDROGENÉTICA

A alopecia androgenética, tanto feminina quanto masculina, é um tipo de queda capilar de origem genética e relativamente comum na população. Ela pode ter início na adolescência, quando os hormônios começam a atuar, tornando os fios progressivamente mais finos a cada ciclo capilar. No entanto, os sinais visíveis costumam aparecer apenas com o tempo, geralmente por volta dos 30 ou 40 anos. O mais importante é iniciar o tratamento da miniaturização dos fios o quanto antes para preservar a saúde capilar.

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ALOPECIA AREATA

A alopecia areata é uma doença inflamatória que causa a queda de cabelo e barba. Seu desenvolvimento está relacionado a fatores genéticos e ao sistema autoimune, mas não se trata de uma doença contagiosa. A queda dos fios geralmente resulta em falhas circulares sem pelos ou cabelos. Além disso, fatores emocionais, traumas físicos e infecções podem desencadear ou agravar o quadro. A condição não destrói os folículos pilosos, apenas os mantém inativos devido à inflamação. Quando essa inflamação é controlada, os fios podem voltar a crescer, embora novos surtos possam ocorrer.

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PSORÍASE CAPILAR

Essa doença é relativamente comum, crônica e não contagiosa. Seu curso é cíclico, com períodos de remissão e reaparecimento dos sintomas. Embora sua causa exata ainda seja desconhecida, acredita-se que esteja relacionada ao sistema imunológico, fatores ambientais e predisposição genética. Devido a uma resposta imunológica alterada, a pele acelera sua renovação celular, resultando em um ciclo acelerado e na formação excessiva de escamas, causadas pela imaturidade das células. Geralmente, essa condição só pode ser controlada com tratamento adequado.

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DERMATITE SEBORREICA

Trata-se de uma inflamação na pele que afeta o couro cabeludo, causando descamação, vermelhidão e coceira. É uma condição crônica, caracterizada por períodos de melhora e agravamento dos sintomas. Não é contagiosa nem relacionada à falta de higiene. Sua causa exata ainda não é totalmente conhecida, mas pode ter origem genética ou ser desencadeada por fatores externos, como alergias, estresse, fadiga, baixas temperaturas, consumo de álcool, uso de certos medicamentos e excesso de oleosidade.

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EFLÚVIO TELÓGENO

O eflúvio telógeno é uma condição caracterizada pelo aumento da queda diária de cabelos, percebida principalmente pela quantidade excessiva de fios no chuveiro ou na escova ao pentear.

Ele se divide em dois tipos:

- Eflúvio telógeno agudo: ocorre devido a um evento ocorrido cerca de três meses antes do início da queda. Esse gatilho faz com que uma quantidade maior de fios entre na fase de queda, aumentando a perda diária de 100-120 fios para 200-300, dependendo do paciente e da causa.

- Eflúvio telógeno crônico: tem características semelhantes à versão aguda, mas se prolonga ao longo do tempo. O aumento da queda ocorre de forma cíclica, uma ou duas vezes por ano, ou até a cada dois anos. Com o passar do tempo, o cabelo tende a ficar mais volumoso na raiz e menos denso no comprimento.

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ALOPECIA FIBROSANTE FRONTAL

A alopecia fibrosante frontal é uma forma de alopecia progressiva e cicatrizante que causa o recuo simétrico das linhas de cabelo na região frontal e temporal. Essa condição geralmente afeta mulheres na pós-menopausa, com cerca de 60 anos, mas há relatos de casos em mulheres mais jovens, a partir dos 21 anos, e raramente em homens. Como a doença é irreversível, o principal objetivo do tratamento é prevenir a sua progressão.

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OUTRAS PATOLOGISTAS DO COURO CABELUDO

Atualmente, existem várias condições que podem afetar o couro cabeludo, por isso é importante consultar um tricologista para uma avaliação detalhada. Quanto mais cedo você identificar qualquer problema, mais eficaz poderá ser o tratamento.

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